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	<title>Comentarios para TILAMPLO</title>
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	<description>Este blog pretende ser un lugar donde dejar caer pequeños y grandes retazos de nuestras obsesiones. Lo ponemos en marcha tres seres que, de camino a ninguna parte en concreto, se encontraron (sobre)viviendo y decidieron compartir primero algún que otro cotilleo laboral y acabaron contándose la vida. De la complicidad de estos encuentros nace este blog.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 19 Jul 2011 11:36:09 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Comentario en USOS Y DESUSOS DE UNA TIRITA por Sarvesh</title>
		<link>http://www.tilamplo.org/usos-y-desusos-de-una-tirita/comment-page-1/#comment-130</link>
		<dc:creator>Sarvesh</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jul 2011 11:36:09 +0000</pubDate>
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		<description>Aconteceu que um mestre Zen foi chamado como convidado. Alguns amigos haviam se reunido e estavam comendo e conversando quando, de repente, houve um terremoto. O prédio em que eles estavam era um prédio de sete andares, e eles estavam no sétimo andar, então a vida estava em 
perigo.

Todo mundo tentou escapar. O anfitrião, correndo, olhou para ver o que tinha acontecido com o mestre. Ele estava ali sem sequer uma ruga de preocupação no rosto. Com os olhos fechados, ele estava sentado em sua cadeira da mesma maneira que estava sentado antes.

O anfitrião sentiu-se um pouco culpado, sentiu-se um pouco covarde; não fica bem que o hóspede fique sentado e o anfitrião fuja. Os outros, os outros vinte hóspedes, já tinham descido as escadas, mas ele parou, embora estivesse tremendo de medo, e se sentou ao lado do mestre.

O terremoto chegou e passou, o mestre abriu os olhos e retomou a palestra que, por causa do terremoto, havia interrompido. Ele continuou novamente, exatamente na mesma frase - como se o terremoto não tivesse acontecido.

O anfitrião estava agora sem vontade de ouvir, não estava com disposição de entender porque todo o seu ser estava muito perturbado e ele estava com muito medo. Mesmo que o terremoto já tivesse ido embora, o medo ainda estava lá.

Ele disse: &quot;Agora não diga nada, porque não serei capaz de compreender, não sou mais o mesmo. O terremoto me perturbou muito. Mas há uma pergunta que eu gostaria de fazer. Todos os outros hóspedes haviam escapado, eu também estava na escada, já quase correndo, quando de repente me lembrei de você. Vendo você aqui sentado com os olhos fechados, sentado tão tranquilo, tão 
imperturbável, me senti um pouco covarde - sou o anfitrião, eu não deveria correr. Então voltei e estou aqui sentado ao seu lado. Gostaria de fazer uma pergunta. Nós todos tentamos fugir. O que aconteceu a você? O que você me diz sobre o terremoto?&quot;

O mestre disse: &quot;Eu também fugi, mas você fugiu para fora, eu fugi para dentro. Sua fuga é inútil porque para onde quer que você esteja indo lá também há um terremoto, então é sem sentido, não faz sentido. Você pode alcançar o sexto andar ou quinto ou o quarto, mas lá também há um terremoto. Eu fugi para um ponto dentro de mim onde nenhum 
terremoto jamais chega, não pode chegar. Entrei em meu centro.

Isso é o que Lao Tzu diz: &quot;Agarre-se firmemente ao princípio da Quietude&quot;. Se você é passivo, aos poucos vai se tornar consciente do centro dentro de você. Você o tem carregado o tempo todo, ele sempre esteve aí, só que você não sabe, não está alerta.

Uma vez que você fique alerta sobre ele, a vida em sua totalidade se torna diferente. Você pode permanecer no mundo e fora dele porque você está sempre em contato com o seu centro. Você pode passar por um terremoto e permanecer imperturbável porque nada toca você.

No Zen eles têm um ditado que diz que um mestre Zen que tenha alcançado o seu centro interior pode passar por um riacho, mas a água nunca toca seus pés . Isso é belo. Não quer dizer que a água nunca toca seus pés - a água vai tocá-los -, refere-se a algo sobre o mundo interior, o profundo interior. Nada o toca, tudo permanece fora, na periferia, e o centro permanece intocado, puro, inocente, virgem.

Osho, em &quot;Living Tao</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Aconteceu que um mestre Zen foi chamado como convidado. Alguns amigos haviam se reunido e estavam comendo e conversando quando, de repente, houve um terremoto. O prédio em que eles estavam era um prédio de sete andares, e eles estavam no sétimo andar, então a vida estava em<br />
perigo.</p>
<p>Todo mundo tentou escapar. O anfitrião, correndo, olhou para ver o que tinha acontecido com o mestre. Ele estava ali sem sequer uma ruga de preocupação no rosto. Com os olhos fechados, ele estava sentado em sua cadeira da mesma maneira que estava sentado antes.</p>
<p>O anfitrião sentiu-se um pouco culpado, sentiu-se um pouco covarde; não fica bem que o hóspede fique sentado e o anfitrião fuja. Os outros, os outros vinte hóspedes, já tinham descido as escadas, mas ele parou, embora estivesse tremendo de medo, e se sentou ao lado do mestre.</p>
<p>O terremoto chegou e passou, o mestre abriu os olhos e retomou a palestra que, por causa do terremoto, havia interrompido. Ele continuou novamente, exatamente na mesma frase &#8211; como se o terremoto não tivesse acontecido.</p>
<p>O anfitrião estava agora sem vontade de ouvir, não estava com disposição de entender porque todo o seu ser estava muito perturbado e ele estava com muito medo. Mesmo que o terremoto já tivesse ido embora, o medo ainda estava lá.</p>
<p>Ele disse: &#8220;Agora não diga nada, porque não serei capaz de compreender, não sou mais o mesmo. O terremoto me perturbou muito. Mas há uma pergunta que eu gostaria de fazer. Todos os outros hóspedes haviam escapado, eu também estava na escada, já quase correndo, quando de repente me lembrei de você. Vendo você aqui sentado com os olhos fechados, sentado tão tranquilo, tão<br />
imperturbável, me senti um pouco covarde &#8211; sou o anfitrião, eu não deveria correr. Então voltei e estou aqui sentado ao seu lado. Gostaria de fazer uma pergunta. Nós todos tentamos fugir. O que aconteceu a você? O que você me diz sobre o terremoto?&#8221;</p>
<p>O mestre disse: &#8220;Eu também fugi, mas você fugiu para fora, eu fugi para dentro. Sua fuga é inútil porque para onde quer que você esteja indo lá também há um terremoto, então é sem sentido, não faz sentido. Você pode alcançar o sexto andar ou quinto ou o quarto, mas lá também há um terremoto. Eu fugi para um ponto dentro de mim onde nenhum<br />
terremoto jamais chega, não pode chegar. Entrei em meu centro.</p>
<p>Isso é o que Lao Tzu diz: &#8220;Agarre-se firmemente ao princípio da Quietude&#8221;. Se você é passivo, aos poucos vai se tornar consciente do centro dentro de você. Você o tem carregado o tempo todo, ele sempre esteve aí, só que você não sabe, não está alerta.</p>
<p>Uma vez que você fique alerta sobre ele, a vida em sua totalidade se torna diferente. Você pode permanecer no mundo e fora dele porque você está sempre em contato com o seu centro. Você pode passar por um terremoto e permanecer imperturbável porque nada toca você.</p>
<p>No Zen eles têm um ditado que diz que um mestre Zen que tenha alcançado o seu centro interior pode passar por um riacho, mas a água nunca toca seus pés . Isso é belo. Não quer dizer que a água nunca toca seus pés &#8211; a água vai tocá-los -, refere-se a algo sobre o mundo interior, o profundo interior. Nada o toca, tudo permanece fora, na periferia, e o centro permanece intocado, puro, inocente, virgem.</p>
<p>Osho, em &#8220;Living Tao</p>
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		<title>Comentario en Elogio del desequilibrio &#8211; El Malpensante por Núa</title>
		<link>http://www.tilamplo.org/elogio-del-desequilibrio-el-malpensante/comment-page-1/#comment-128</link>
		<dc:creator>Núa</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Jul 2011 09:50:26 +0000</pubDate>
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		<description>Qué respiro.. qué punto de relajación... que dulce descanso... poder equivocarse...  y poder transformar el equivoco en crecimiento.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Qué respiro.. qué punto de relajación&#8230; que dulce descanso&#8230; poder equivocarse&#8230;  y poder transformar el equivoco en crecimiento.</p>
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	<item>
		<title>Comentario en Preguntas Trascendentales por carolina lopez</title>
		<link>http://www.tilamplo.org/preguntas-trascendentales/comment-page-1/#comment-127</link>
		<dc:creator>carolina lopez</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 May 2011 19:27:49 +0000</pubDate>
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		<description>hola , que extraño que en este post explicas la muerte con las mismas palabras exactas que yo , que es una trasmutación , como los gusanos cuando hacen el capullo y se convierten en mariposa, lo que muere es el cuerpo de ese gusano pero su alma toma una forma fisica diferente , así es en las personas , la muerte es solo la muerte del vehiculo del alma , cuando el cuerpo muere , el alma ocupa otra forma fisica , tambien se podría explicar como con los caracoles , nuestro cuerpo es como nuestro caparazón , pero el ser , el alma , está dentro y eso es eterno</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>hola , que extraño que en este post explicas la muerte con las mismas palabras exactas que yo , que es una trasmutación , como los gusanos cuando hacen el capullo y se convierten en mariposa, lo que muere es el cuerpo de ese gusano pero su alma toma una forma fisica diferente , así es en las personas , la muerte es solo la muerte del vehiculo del alma , cuando el cuerpo muere , el alma ocupa otra forma fisica , tambien se podría explicar como con los caracoles , nuestro cuerpo es como nuestro caparazón , pero el ser , el alma , está dentro y eso es eterno</p>
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	<item>
		<title>Comentario en Palabras por Toni</title>
		<link>http://www.tilamplo.org/palabras/comment-page-1/#comment-126</link>
		<dc:creator>Toni</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Apr 2011 12:09:31 +0000</pubDate>
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		<description>a veces es difícil, a veces reconfortante, a veces doloroso, a veces placentero... pero, cuando es sincero aquello que sientes, que bueno es esto que dices Joan Carles.


Gracias Núa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>a veces es difícil, a veces reconfortante, a veces doloroso, a veces placentero&#8230; pero, cuando es sincero aquello que sientes, que bueno es esto que dices Joan Carles.</p>
<p>Gracias Núa.</p>
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		<title>Comentario en Mujeres por Elena</title>
		<link>http://www.tilamplo.org/mujeres/comment-page-1/#comment-125</link>
		<dc:creator>Elena</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Feb 2011 20:46:46 +0000</pubDate>
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		<description>que miedo da, verte reflejada en un escrito, y saber que es tal la realidad y tan ciega con tu propia ignorancia, que al descubrirlo te sientes que tus propios mecanisrmos de defensa caen, gracias a personas como tu hace que quitarse la venda, valga la pena, por fin un poco de luz en este mundo entre tanto conflicto de sexos....</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>que miedo da, verte reflejada en un escrito, y saber que es tal la realidad y tan ciega con tu propia ignorancia, que al descubrirlo te sientes que tus propios mecanisrmos de defensa caen, gracias a personas como tu hace que quitarse la venda, valga la pena, por fin un poco de luz en este mundo entre tanto conflicto de sexos&#8230;.</p>
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	<item>
		<title>Comentario en Palabras por joan carles</title>
		<link>http://www.tilamplo.org/palabras/comment-page-1/#comment-121</link>
		<dc:creator>joan carles</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Feb 2011 19:19:49 +0000</pubDate>
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		<description>i si, amb paraules, necessites dir allò que sents... no ho faces amb paraules.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>i si, amb paraules, necessites dir allò que sents&#8230; no ho faces amb paraules.</p>
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		<title>Comentario en Una ética estética para la transición por rosa gracia</title>
		<link>http://www.tilamplo.org/una-etica-estetica-para-la-transicion/comment-page-1/#comment-120</link>
		<dc:creator>rosa gracia</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Jan 2011 01:44:22 +0000</pubDate>
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		<description>Entonces, si no está en el ámbito de la mente, no vale hablarlo. Si no se dice, qué es? Una sensación? Pero yo sí tengo buenas sensaciones (o bellas)y tb tengo malas sensaciones( o feas)? Lo que siento está tb condicionado? Cómo se puede una descondicionar? desmentalizar? deslenguajear? (Ah, ahora entiendo lo de meditar, será eso meditar?)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Entonces, si no está en el ámbito de la mente, no vale hablarlo. Si no se dice, qué es? Una sensación? Pero yo sí tengo buenas sensaciones (o bellas)y tb tengo malas sensaciones( o feas)? Lo que siento está tb condicionado? Cómo se puede una descondicionar? desmentalizar? deslenguajear? (Ah, ahora entiendo lo de meditar, será eso meditar?)</p>
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